Histórico

A região do Vale do Aço recebeu um importante impulso industrial nos anos 60. Os Padres do Trabalho, vindos da Europa, encontraram aqui um contexto socio-econômico propício ao desenvolvimento de ações educativas voltadas para o trabalho.

Colégio Universitário Padre de Man, fundado em 1967 pelo Padre José Maria de Man, pôde contribuir verdadeiramente para que, em pouco tempo, a nossa instituição se tornasse referência do Estado de Minas. Os primeiros cursos implantados foram os de Eletrônica, Eletrotécnica, Mecânica e Química.
Em 1988, foi criado o Ensino Médio (Científico) e, em 1992, o Ensino Fundamental de 1ª à 8ª série. Ainda na década de 90, iniciaram-se os cursos de Microinformática, Mecatrônica. Em 2003 foi implantado o curso de Automação Industrial. Em 2005, o colégio tornou-se uma das mantidas pela UBEC. Em 2014 o Colégio Padre de Man passou a atender o segmento da educação infantil. Sempre sintonizado com o momento presente, o colégio oferece uma educação voltada para a formação humana, para a cidadania e busca a autonomia intelectual dos alunos.

Em 2018 o Colégio completa 51 anos de um intenso trabalho educacional.

Padre de Man

Nome: José Maria de Man
Nascimento: 08/1927 – Wierden – Holanda;
Pai: Herman de Man;
Mãe: Eva Maria Kalker;
Chegada ao Brasil: 28/10/63;
Falecimento: 19/06/1981, Contagem(MG);
Formação Religiosa: Sacerdote da Congregação Padres do Trabalho.
Docência: Teologia, Filosofia, Sociologia, Antropologia;

Padre José Maria de Man visitou vários países da Europa, América Latina e África. Conhecia vários idiomas, dentre os quais Inglês, Português, Alemão, Holandês, Grego, Francês Latim e Espanhol.

Dirigiu obras na Bélgica e no Brasil, publicou livros e artigos, jamais se afastou da atividade pastoral. Foi agraciado com vários títulos honoríficos. Temperamento forte, dinâmico, dinâmico, gênio difícil, altamente culto, atualizado, trabalhador incansável, insatisfeito, inteligência superior, genialidade, criativo, realizador indomável, exímio administrador, impaciente e exigente símbolo de abnegação, lutava intimoratamente pela pessoa e pelas coisas dos outros, símbolo da vida: o desprendimento absoluto de tudo que fosse mundano – inclusive a própria vida. Escolheu, assim, o Brasil como sua própria vida e pátria de coração. O que se propôs e não conseguiu: naturalizar-se.